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CUNHA, D. Rodrigo da.- CATALOGO | E HISTORIA DOS | BISPOS DO PORTO. | Offerecida a Diogo Lopes de Souza, Conde de Miran- | da, & Gouernador da Relação, & caza do | Porto, & seu districto: do Con- | selho de sua Magestade.- Porto: Por Ioaõ Rodriguez, 1623.- [24], 191, [1 br.], 451, [1 br., 83, 1 br.] p.; 25 cm.- E.
Edição original da obra mais prestigiada do erudito prelado lisboeta, importante personagem da primeira metade do século XVII e da Restauração, tendo concorrido activamente para a independência de Portugal. D. Rodrigo da Cunha (1577-1643), além de deputado do Santo Ofício e inquisidor em Lisboa, foi sucessivamente bispo de Portalegre (1615-1618), do Porto (1618-1626), arcebispo de Braga (1626-1634) e de Lisboa (1635-1642). Margem inferior da folha de rosto cuidadosamente refeita, tangencialmente à moldura xilográfica. De resto, um exemplar muito limpo, levemente aparado, com o corte das folhas dourado. Ex-líbris topográfico da biblioteca de Chatsworth. Encadernação do século XIX, de feitura inglesa, com um super-libros representando uma cobra coroada (Duke of Devonshire, Cavendish snake heraldry), gravado a ouro em ambos os planos; lombada cansada, com as juntas fracas. Inocêncio, VII, p.167. Samodães, 973. Ameal, 748. Arouca, C 790. Todas estas referências omitem o grupo de 191 páginas correspondentes à primeira parte da obra. Pensamos, porém, que se trata de um lapso de verificação, sucessivamente repetido.

euro_symbol€ 300 - 450 Base - Estimativa

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ALVAREZ DE BENAVENTE, Frei António, O.F.M.- PRIMERA PARTE [& SEGVNDA ] | DE LA SYLVA SPIRITVAL | de varias consideraciones, para en- | tretenimiento del alma | Christiana. | Composta por el padre Fray Antonio Aluarez... [...] | Y agora en esta tercera impression de nueuo corrigida | por el mismo Autor...- En Lisboa: Con licencia, en Casa de Simon Lopes, Impressor de libros, Año M. D. XCIV. [1594].- [8], 525, [3 br., 48], 462, [49, 1 br.] p.; 19 cm.- E. Junto com: -----.- ADDICIONES | A LA SYLVA SPIRI- | TVAL, Y SV TER- | CERA PARTE. | Composta por el padre Fray Antonio Aluarez, AUTOR DE LA | MISMA SYLUA...- En Lisboa: En Casa de Simon Lopez. M D X C C V. [1595].- [8], 746, [84, 2 br.] p.; 19 cm.- E.
O primeiro volume inclui as duas partes da obra, o segundo, as "Addiciones". O conjunto perfaz tudo o que o autor publicou em Portugal, tendo as restantes edições sido publicadas em Espanha. Fr. António, Alvarez (†1598), franciscano da Província de Santiago (de Portugal), era natural de Benavente (Zamora, Espanha) e foi pregador de renome na sua ordem. Os dois volumes levemente aparados e com ligeiríssima acidez. Pertence manuscrito no rosto da primeira parte; ocasionais manchas menores. Curioso pertence manuscrito na guarda volante do segundo volume: "Este livro he de Fr. Pantaleão do P[or]to. foi do irmão Fr. Fr[ncis]co de Villa Real Pregador. Fr. Pantaleão do P[or]to". De resto, um exemplar limpo. Encadernações da época, inteiras de pergaminho flexível (com etiquetas coladas nos lombos), conservando dois atilhos. Anselmo, 807. Biblioteca Nacional (Século XVI), 11 e 10. Biblioteca de D. Manuel II não refere.

euro_symbol€ 500 - 750 Base - Estimativa

gavel€ 500Vendido

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ORDENAÇÕES e leys do Reyno de Portugal confirmadas e estabelecidas por D. João IV.- Novamente impressas, e accrescentadas com tres collecções; a primeira, de Leys Extravagantes; a segunda, de Decretos, e Cartas; e a terceira, de Assentos da Casa da Suplicação, e Relação do Porto.- Lisboa: No Mosteiro de S. Vicente de Fóra, 1747.- 5 livros em 3 vols.; 45 cm.- E. Junto com: REPERTORIO das Ordenações, e leys do Reyno de Porutgal novamente correcto: accrescentado com muitas conclusões tiradas das mesmas Ordenações...- Lisboa: No Mosteiro de S. Vicente de Fóra, 1749.- 2 vols. ([6], 411, [1 br.], 150 p.; [6], 500 p.); 45 cm.- E. Junto com: APPENDIX das leys extravagantes, decretos, e avisos, que se tem publicado do anno de 1747. até o anno de 1761...- Lisboa: No Mosteiro de S. Vicente de Fóra, 1760.- [16], 454, 150 p.; 45 cm.- E.
Edição monumental, de grande qualidade tipográfica, adornada com vinhetas e letras capitulares gravadas a talhe-doce, por Debrie. As ordenações ditas vicentinas, foram ordenadas por D. João V e dirigidas pelo jurisconsulto Jerónimo da Silva. A colação de cada um dos volumes é a seguinte. vol. I: Livro primeiro - [8], 544 p.; vol. II Livro segundo - [4], 167, [1 br.] p.; Livro terceiro - [4], 162 p.; vol. III: Livro quarto - [6], 124 p.; Livro quinto - [6], 340 p. O livro primeiro não inclui a portada alegórica gravada, que, por vezes, costuma encontrar-se no início. Primeiras 20 folhas do primeiro livro, com ligeiras manchas na margem exterior. Ocasionais anotações marginais, certamente pela mão de um jurista da época. De resto, um exemplar excepcionalmente limpo e com margens muito generosas. Boas e sólidas encadernações inteiras de carneira, da época, com casas fechadas a ouro nas lombadas. Inocêncio, VI, p. 326.

euro_symbol€ 600 - 900 Base - Estimativa

gavel€ 1,300Vendido

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PANTALEÃO DE AVEIRO, O.F.M., D. Frei.- ITINERARIO | DE TERRA SANCTA, |E TODAS SVAS PARTICVLARIDADES. | Cõposto por Frey Pantalião Daueyro, Frade Menor da Orde[m] de | S. Francisco, da Observãcia da Prouincia dos Algarues. | [armas episcopais] | Dirigido ao Illustrissimo, & Reuerendissimo | Senhor Dom Miguel de Castro, Dignissimo | Arcebispo de Lisboa Metropolitano. ** | Agora nouame[n]te acree[n]tado, cõ mais declarações dos lugares de terra | Sancta, & Authoridades da Sagrada Escriptura, & outras | curiosidades de notar.- Em Lisboa: Por Antonio Alvarez, 1596.- [4], 301, [7] f.; 18 cm.- E.
Segunda edição do "Itinerário", anteriormente publicado em 1593, seguindo-se a de 1600. Da biografia do autor (séc. XVI), franciscano da província do Algarve, apenas sabemos que viajou pela Europa, sobretudo em Itália, e esteve perto de três anos na Terra Santa, tendo passado por Trento na altura em que decorria a terceira fase do Concílio. O "Itinerário" é o relato da sua atribulada peregrinação, liderada por Fr. Bonifácio de Ragusa, na qual participaram cerca de 60 religiosos. O rosto apresenta, ao centro, as armas de D. Miguel de Castro, arcebispo de Lisboa; as três folhas seguintes, enquadradas por molduras xilográficas, incluem o alvará real, a dedicatória a D. Miguel e uma mensagem aos devotos desejosos de visitar a Terra Santa. O texto da viagem desenvolve-se nas 301 folhas seguintes, após o que surge a "tavoada" em três folhas, com idênticas molduras, terminando com uma gravurinha da Morte; segue-se o índice que ocupa três folhas e apresenta, no final, uma gravura com as armas de Portugal; na frente da última folha, a errata, enquadrada por dois elementos xilográficos: "Erros deste livro"; no verso, outra gravura, de plena página, com as armas de Portugal. Exemplar completo, um pouco aparado (corte das folhas carminado), com ligeiro manuseamento; restauros nos cantos inferiores externos das primeiras 16 e últimas 14 folhas; alguns cadernos aparentam ter sido lavados, nomeadamente os que foram restaurados. O exemplar pertenceu à Biblioteca do Prof. Freiras Simões (ex-líbris na contracapa e carimbo na guarda volante). Encadernação do século XX, inteira de marroquim bordeaux, com cercaduras a ouro nos planos e casas fechadas na lombada (com alguns furos de traça); roda nas seixas e tracejado a ouro na espessura das pastas. Inocêncio, VI, p. 337. Anselmo, 40. Biblioteca Nacional (Século XVI), 577. Biblioteca de D. Manuel II, 339. Ver ainda o bem documentado romance histórico de Fernando Campos "A Casa do Pó" (Difel, 1986).

euro_symbol€ 1,200 - 1,800 Base - Estimativa

gavel€ 1,500Vendido

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MURPHY, James.- Travels in Portugal through the provinces of Entre Douro e Minho, Beira, Estremadura and Alem-Tejo in the years 1789 and 1790. Consisting on the manners, customs, trade, public buidings, arts, antiquities, &c. of that Kingdom.- London: Printed for A. Strahan, T. Cadell Jun. and W. Davies, 1795.- XII, 311, [1 br.] p.: XXIV gravuras; 32 cm.- E.
James Murphy (1760-1814), arquitecto irlandês, visitou Portugal entre os anos de 1788 e 1790, com o objectivo de estudar e registar em desenhos os monumentos e antiguidades do nosso país. A viagem foi patrocinada por William Burton Conyngham, coleccionador, antiquário e mecenas das artes. Edição original ilustrada com 24 gravuras a talhe-doce, não coloridas, representando costumes, monumentos, antiguidades, inscrições e uma planta de Lisboa (o retrato que se encontra em raros exemplares e que o presente não inclui, não pertence à edição). Exemplar notável por ter pertencido à biblioteca dos dois últimos reis de Portugal: D. Carlos (carimbo com o monograma DC coroado, na página de rosto) e D. Manuel II (ex-líbris na contracapa anterior). Leve aparo (corte das folhas carminado), conservando boas margens e ocasional acidez ligeira (algumas gravuras com ligeiras manchas). Encadernação da época, inteira de carneira, levemente desgastada, com patine jaspeada e decoração a ouro na lombada (com vestígios de trabalho de traça). Duarte de Sousa, 511. Foulché-Delbosc, 197 A. Catálogo da Biblioteca Real, Correio-Velho, Junho de 1989, lote nº 654 (o mesmo exemplar).

euro_symbol€ 2,000 - 3,000 Base - Estimativa

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PINHEL, Aires.- AD RVB. ET L. 2C. | C. de rescin. vend. |commentarij. | Authore Ario Pinelo Lusitano. | [gravura xilográfica com armas eclesiásticas] | CONIMBRICÆ. | Anno redemptionis, 1558. | mense Octobri. | Apud Antonium de Maris. | Ex tempore ueritas.- [Coimbra: António de Maris, 1558].- [4], 157, [7] f.; 27 cm.- E.
Tratado sobre a rescisão dos contratos de compra e venda ("De rescindenda venditione"), da autoria de um notável jusrisconsulto natural de Sesimbra. Aires Pinhel (ca. 1512/1515- ca. 1562) estudou em Salamanca e doutorou-se na cidade do Mondego, em Direito Cesário, tendo sido nomeado por D. João III para leccionar nesta Universidade por alvará de 2 de Setembro de 1539, pouco depois da transferência definitiva da Universidade de Lisboa para Coimbra; foi desembargador da Casa da Suplicação e, no final da sua carreira, lente de prima na Universidade de Salamanca, substituindo outro jurista português, Manuel da Costa. A gravura do rosto representa as armas eclesiásticas do cardeal D. Henrique, irmão de D. João III e futuro rei de Portugal. Exemplar levemente aparado, com as margens exteriores refeitas nas primeiras 18 folhas (sem afectar o texto); quatro folhas com reforço na margem interior; pequena falha central (20x4 mm) na folha Q5, afectando parcialmente algumas palavras em três linhas. Encontra-se, contudo, completo e sólido, apresentando numerosas anotações e sublinhados da época, por vezes afectadas pelo aparo. Pertence manuscrito da época, na página de rosto: "Hieronymus" (e carimbo do Dr. Lopes Praça, na margem inferior). Interessante encadernação, inteira de carneira, um pouco posterior, com decoração a seco nos planos e quatro florões a ouro nos entre-nervos da lombada, conservando as guardas originais. Anselmo, 825. Biblioteca Nacional (Século XVI), 592. Biblioteca de D. Manuel II não refere.

euro_symbol€ 600 - 900 Base - Estimativa

gavel€ 800Vendido

168

MANUSCRITO.- COIMBRA, Universidade de.- Relação geral do estado da Universidade de Coimbra...- Século XVIII (1777).- 312 p.; 33 cm.- E.
Manuscrito cuidadosamente caligrafado, com o seguinte rosto: "Relação geral do estado da Universidade de Coimbra, desde o principio da Nova Reforma, até o Mez de Setembro de 1777, para ser presente à Rainha Nossa Senhora, pelo seu Ministro, e Secretario de Estado da Repartição dos Negocios do R[ei]no. o Illmo. e Exmo. Senhor Visconde de Villa Nova de Cerveira dada pelo Bispo de Zenopole Coadjutor, e futuro successor do Bispado de Coimbra e actual Reformador, e Reytor da mesma Universidade". O documento enquadra-se na extensão da reforma pombalina da Universidade de Coimbra, já no reinado de D. Maria I, que teve como reformador o seu reitor D. Francisco de Lemos de Faria Pereira Coutinho (1735-1822), natural de Marapicu (Rio de Janeiro), então bispo titular de Zenópolis e futuro bispo de Coimbra (1779-1822). Encadernação da época, inteira de chagrin vermelho, um pouco cansada, mas recuperável, com sinais de trabalho de traça na lombada; múltiplas cercaduras a ouro nos planos, florões aos cantos da reserva central e casas fechadas a ouro na lombada; corte das folhas dourado e cinzelado; conserva as guardas originais em papel marmoreado. A sumptuosidade da encadernação, aliada ao cuidado do calígrafo, porderá indiciar que o volume se destinava a uma alta personagem da corte, da Igreja ou da própria Universidade.

euro_symbol€ 1,600 - 2,400 Base - Estimativa

gavel€ 1,600Vendido

169

CONSTITVIÇÕES | SYNODAES DO | BISPADO DO PORTO, | Ordenadas pelo muyto Illustre & Reuerendissimo Senhor Dom frey | Marcos de Lisboa Bispo do dito Bispado. &c. | [grande gravura xilográfica com as armas episcopais] | Impressas em a cidade de Coimbra: por Antonio de Mariz, impressor da Vniversidade... Anno de 1585.- [12], 146 f. ; 26 cm. Junto com: DO ESTYLLO | E OFFICIAES DA IVSTIÇA | Do Bispado do Porto. | [grande gravura xilográfica com as armas episcopais] | ¶ Impresso em Coimbra: Antonio de Mariz... Anno de 1585.- [2], 30 f.; 26 cm.- E.
Terceiras constituições da Diocese do Porto, tendo as duas primeiras sido publicadas, respectivamente, em 1496, por mandado de D. Diogo de Sousa, e em 1541, por ordem de D. Fr. Baltazar Limpo. Inclui, com rosto e foliação independentes, o apêndice "Do estyllo e officiaes da Ivstiça do Bispado do Porto", que falta em alguns dos exemplares conhecidos. Peça da maior importância para a história da Diocese do Porto e da tipografia portuguesa de quinhentos. O exemplar apresenta 12 folhas preliminares, contrariamente ao exemplar da BNP que inclui 14, mas encontra-se completo, tal como foi publicado em 3 de Outubro de 1585. Em 18 de Março do ano seguinte, Fr. Marcos mandou imprimir as duas folhas: uma com cinco correcções às constituições e outra com uma errata mais extensa que foram adicionadas em muitos dos exemplares conhecidos, mas não ao presente. Leve manuseamento e ligeira acidez; algumas anotações e sublinhados da época; guarda volante e rosto com diversos pertences manuscritos, antigos; canto e margem superior imperfeita nas últimas seis folhas (sinais de roedor). Encadernação da época, inteira de pergaminho flexível, cansada, com dano no topo da pasta superior. Inocêncio, II, p. 106. Anselmo, 886. Samodães, 867. Biblioteca Nacional (Século XVI), 618 e 619. Silva's / Pedro de Azevedo (Dezembro de 1994), lote nº 59. D. Manuel II não refere.

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