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Sessão única | October 18, 2021  | 54 Lotes

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EDUARDO VIANA - 1881-1967 "Aqueduto das Águas Livres" óleo sobre tela assinado Dimensões (alt x larg x prof) - 40,5 x 65 cm Notas: integrou a exposição "Eduardo Viana", realizada na Galeria Dominguez Alvarez, Porto, de Novembro a Dezembro de 1967, encontrando-se reproduzida no respectivo catálogo. Porto: Galeria Dominguez Alvarez, 1967, nº 15.

Integrou a exposição retrospectiva "Eduardo Viana", realizada no Palácio Foz, Lisboa, em Abril de 1968, encontrando-se reproduzida no respectivo catálogo. Lisboa: Secretariado Nacional de Informação, 1968, nº IX.

Integrou a exposição "Modernismo in Portogallo 1910-1940. Arte e società nel tempo di Fernando Pessoa", realizada no Palazzo Medici Riccardi, Florença, de 23 de Maio a 20 de Julho, encontrando-se reproduzida no respectivo catálogo. Florença: L. S. Olschki, 1997, nº 59.

Sem haver concluído os estudos de pintura na Escola de Belas-Artes de Lisboa, parte em 1905 para Paris, onde frequenta o atelier de Jean-Paul Laurens, e aí permanece até 1914. Apesar da distância, manteve a sua presença no contexto artístico português, através do envio de obras de cariz naturalista para exposições, como a Exposição de Arte Livre (1911) ou os Salões anuais da SNBA (1913–1914), onde o nome de Zuloaga já espreita no seu trabalho. A guerra obriga-o a voltar, trazendo também para Vila do Conde o casal Delaunay, importante influência na obra de Viana, que se abriria brevemente para experiências simultaneístas. Mas os seus interesses assentavam antes numa concepção tradicional da pintura, que se moderniza com a indagação de problemas baseados em aspectos estruturais e volumétricos, aliados a um sentido cromático rico e sensual, tomando Cézanne como referência fundamental. Entre 1919 e 1926, atinge a maturidade em obras que denotam o seu prazer pela pintura, adoptando como tema os géneros tradicionais. Em 1920 e 1921, realiza as suas primeiras exposições individuais em Lisboa e no Porto, respectivamente, e integra a exposição
5 Independentes. Foi um dos artistas que participou na mítica decoração do café A Brasileira e organizou o I Salão de Outono, ambos em 1925. Neste ano parte novamente para Paris e viaja por Inglaterra e Holanda, estabelecendo-se na Bélgica, numa fase pouco conhecida do seu trabalho, que se prolongaria até 1940. No seu regresso a Lisboa participa intensamente nas actividades aqui organizadas e representa Portugal na XXV Bienal de Veneza e na III Bienal de São Paulo, sendo premiado em numerosas ocasiões.

Maria Jesús Ávila

in website do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado / Colecção / Artistas

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